
Logo após a compra o Castelo serviu como sede provisória do Corpo de Bombeiros, mas depois disso foi desocupado e permanece sem qualquer utilidade, e alem do mais, abandonado. O Castelo é administrado pela Fundação José Augusto.
Construído em arquitetura próxima ao estilo mouro-medieval, em uma área de 51 mil metros quadrados; o castelo foi construído sobre um lajeiro, ou rochedo, tendo sua estrutura composta de pátios, terraços, peitoris, balcões, guaritas, torres, pontes, escadas, batentes, poços, tanques, fortificações, ameias, salas, dormitórios, capela, dependências de serviços domésticos, vigias, muralhas e portões. Sua decoração é composta por quadros de representação clássica com emblemas, estandartes, espadas, lanças, carrancas, correntões, peças bíblicas e religiosas, objetos de boiadeiros e vestígios da vida bucólica.
O mobiliário foi adquirido nas fazendas, propriedades e sítios da região. As peças chegaram ali por meio de compra, troca ou oferta. Seu acervo é composto de velhas arcas, velhos armários, baús, bancos, oratórios, pilões, rústicas camas, cadeiras, tripeças e largadas peças de engenho, de casas de farinha e de vapores de algodão.
O castelo já sediou o Mosteiro das Clarissas e o Corpo de Bombeiros de Caicó temporariamente.
Fonte: Marcos Dantas