29 de dez. de 2010
28 de dez. de 2010
DIA DO SALVA-VIDAS
O mar sempre exerceu uma enorme influência sobre o homem, servindo-lhe como fonte de alimentos e de via de transporte, e, muitas vezes, como meio de defesa. Assim é, que as antigas civilizações floresceram junto ao mar. Com o passar dos tempos, o mar foi sendo utilizado como fonte de lazer, e a procura de praias balneáveis foi acompanhada das tragédias por afogamento, evitadas, então, por marinheiros e populações costeiras que, conhecedores do mar e de seus segredos, agiam no socorro de afogados.
Porém, com o deslocamento em massa das populações dos grandes centros urbanos para veranear nos litorais, já neste século, o afogamento no mar deixou de ser exclusivo de embarcações em alto mar (de lá surgiram expressões do tipo “homem ao mar”, “S O S”), e passou a estar presente também para pessoas comuns que se aventuravam nas praias, por diversão.
As primeiras organizações de salva-vidas no mundo são oriundas da França, com a Societé Centrale de Sauvatage de Naufragés, em 1865 e os Hospitaliers Sauvateurs Bretons, em 1873, entidades que em 1901 foram reconhecidas como de utilidade pública.
Um dos alicerces da comemoração do dia dos salva-vidas é bíblico, onde menciona como sendo o dia 28 de dezembro o dia de proteção do anjo Damabiah, da hierarquia do Arcanjo Gabriel, responsável pelo Bem-Estar das pessoas que vivem do mar, para o mar e próximos do mar.
No Rio Grande do Sul, a atividade teve seus primórdios em voluntários, oriundos da população litorânea- principalmente pescadores- os quais, no início da década de 50, postavam-se à beira da praia de Tramandaí, sem nenhuma retribuição além do reconhecimento público a sua coragem e espírito de humanidade.
Curiosamente, no dia 28 de dezembro de 1970, a Brigada Militar encampou o serviço de Salva Vidas, com a primeira turma de policiais militares formados em Porto Alegre exclusivamente para o trabalho de Salva-Vidas que antes era de responsabilidade dos municípios, passando, desde então, a missão de salvamento no mar para o estado.
Há alguns anos os Salva Vidas do Litoral Norte organizam competições técnico profissionais no seu dia, que servem, além de testar a eficiência dos homens do mar, também para garantir que a comunidade gaúcha tenha um serviço de qualidade em constante evolução.
25 de dez. de 2010
OBRIGADA
Agradeço a todos(as) pelas visitas, comentários, mensagens e reportagens enviadas, são mais de 10 mil acessos em pouco mais de 1 ano e meio de existência. Obrigada e um 2011 de sucessos a todos(as).
13 de dez. de 2010
Folha Parelhense
O Folha Parelhense é um jornal impresso e local que a quase 3 (três) anos vem trazendo informações aos moradores da cidade de Parelhas - RN.
Nesse tempo muitas mudanças aconteceram, tudo para o melhor desenvolvimento do mesmo e para que cada vez mais esse veículo de informação possa ser útil às pessoas.
Temos o objetivo de informar, mas também deixar registrado os acontecimentos, para fazer parte da história de nosso município.
Temos como colaboradores nossos colunistas, nossos parceiros e anunciantes, que contribuem para que não percamos esse tão gostoso e prazeroso ato de ler.
7 de dez. de 2010
Empresa cria teclado antirruído para digitadores barulhentos
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Teclado usa silicone para garantir um nível de ruído menor |
Tampa protege teclas de poeira, migalhas e garante nível de ruído menor de 44,5 decibéis.
Uma empresa japonesa chamada Thanko lançou uma tampa para teclado que impede que pessoas que digitam com muita força atrapalhem os colegas. Além de proteger as teclas de poeira e migalhas de comida ela também impede que as mãos façam muito barulho. A informação é do site Weird Asia News.
Pelo jeito, o ruído do teclado é um grande problema no Japão – no país, até o som da urina caindo no vaso sanitário, problema que foi resolvido, há algum tempo, com o lançamento de sanitários musicais.
O teclado usa silicone para garantir um nível de ruído menor de 44,5 decibéis e custa R$ 60,14 (US$ 35,76).
Saiba como realizar e receber um feedback sem constrangimento
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Carlos Alecrim é coach executivo e CEO do ICCoaching |
Carlos Alecrim, coach executivo e CEO do ICCoaching, revela ao Portal Administradores alguns segredos para uma interação eficiente dentro das empresas.
Como você recebe uma sugestão, crítica ou comentário no trabalho? Tenta aprender com o que é dito ou ignora a opinião recebida?
Caso você esteja no "time" que absorve críticas e transforma em algo construtivo, parabéns! No trabalho, quem recebe bem o feedback tem a oportunidade de alinhar-se aos objetivos e metas da empresa ou melhorar seu desempenho pessoal de forma mais rápida e eficiente.
Porém, nem sempre é fácil adaptar as pessoas. É comum encontrarmos o "time" que não é muito chegado a criticas e sugestões. São aqueles profissionais geralmente "turrões" ou que não têm o famoso "semancol" e, muitas vezes, atrapalham o desempenho de toda uma equipe.
Nesse momento, algumas ações podem facilitar a interação franca entre profissionais e evitar constrangimentos. Como forma de colaborar com o dilema dessa interação, o Portal Administradores conversou com Carlos Alecrim, coach executivo, palestrante e CEO do ICCoaching (International Corporate Coaching). Alecrim revelou alguns detalhes sobre a melhor forma realizar e receber o feedback. Confira!
Por que, às vezes, se torna tão difícil passar algum conselho ou crítica aos colegas de trabalho? Falta coragem para falar com o outro profissional e humildade para as pessoas receberem comentários sobre seu serviço?
Algumas pessoas realmente têm dificuldade e não conseguem dar o feedback porque têm também limitações para ser um líder. Além disso, há a tendência equivocada de alguns executivos de só passarem feedback para contornar conflitos e isso não é bom. A pessoa também deve recebê-lo quando está tudo indo bem, quando consegue superar um desafio.
O líder deve ter a capacidade e a sensibilidade de transmiti-lo de acordo com o perfil da pessoa e no tempo certo, porque é mais complicado quando o conflito já está gerado. A dificuldade em receber o feedback talvez seja pela forma e conteúdo que ele está sendo dado. É indicado que os comentários sejam substituídos por feedbacks construtivos. E isso se aprende com técnicas de coaching que contribuem para identificar cada perfil de comportamento, por exemplo.
Que dicas você daria para que essa abordagem com um colega seja transparente e não cause constrangimento?
Para começar, a pessoa só deve começar o processo de feedback quando ela tiver certeza de que ele é necessário. Deve ser baseado no que está dificultando o resultado e nunca no que está incomodando. A mensagem para ser eficaz deve ser focada em quem irá recebê-la. Então, é necessário que quem vá dar o feedback se coloque no lugar do outro, pensando em suas características. Outro ponto é não passar atitude de desamparo, porque o verdadeiro feedback integra todos os cuidados que comentei anteriormente e também o apoio e o compromisso após a mensagem.
É preciso saber se a pessoa concorda, se discorda, como você pode ajudá-la e o que será feito. Jamais dê um feedback para quem não está preparado. Busque prepará-lo, sempre. Vale destacar que não existe fórmula pronta, mas há sutilezas a serem observadas. Se a pessoa for objetiva, você deve apoiar o feedback em dados diretos, com a informação nua e crua. Porém, para a maioria das pessoas, é mais bem adequado que ele venha com uma abordagem inicial, com sutileza e inteligência emocional. O principal cuidado é não passar uma punição verbal. O feedback deve ser palatável para o receptor, por isso, é tão imprescindível a preparação.
Existe algum momento mais apropriado para passar essa crítica ou sugestão no ambiente de trabalho? Tem que ser logo em seguida ao fato que gerou esse feedback?
O momento apropriado depende da associação de duas dimensões: receptor preparado e o fator que o motiva esteja minimamente morno. Não há um tempo exato como "fórmula mágica", mas é importante que não se passe muito tempo. É óbvio que se a pessoa receber o feedback três meses depois do que o fato ocorreu irá encará-lo negativamente, porque nem irá mais lembrar dos detalhes. Especialmente, se foi por conta de uma mentira de conveniência.
Por exemplo: uma pessoa falta ao trabalho e fala para o líder da equipe que estava resfriada e ele fica sabendo por outra pessoa que na verdade o motivo da falta foi uma briga com o marido ou a mulher. Em casos assim, não se pode perder tempo. É preciso chegar para ela pessoalmente e buscar saber por que ela não se sentiu à vontade para contar a verdade. Até porque é preciso perceber que o líder não está sendo visto como líder, mas como chefe. Em outro problema mais grave, ele pode não contar com essa pessoa, então, é preciso passar o feedback o quanto antes.
É lógico que não pode perder tempo com citações de nomes de quem contou. É para só focar no fato, deixando claro que você compreende o real motivo da falta. Demonstre que ela pode confiar em você porque você também quer confiar nela e explique que não quer ouvir nenhuma outra mentira, mesmo que seja uma mentira de conveniência. É essencial que a sua equipe sinta confiança em você. Perceba que o líder precisa desenvolver a sensibilidade de avaliar o tempo adequado, a situação e o perfil de comportamento do receptor.
Ainda vale a máxima de "elogios em público e crítica em particular"?
Sempre deve ser assim! Essa é a atitude dos líderes. A mensagem positiva em público demonstra o quanto a pessoa é observada. Desde a infância, é inerente ao ser humano querer aparecer de alguma forma. Basta a gente lembrar do tempo da escola, em que alguns buscavam aparecer com atitude brincalhona e outros com o empenho nos estudos, por exemplo.
O líder deve ter essa sensibilidade para estimular as atitudes positivas dos seus liderados, porque carregamos esse comportamento pela vida e repetimos no trabalho. As críticas positivas devem ser dadas em público, como estímulo. Entretanto, quando o que foi apresentado foi negativo ou não tão positivo assim, é necessário ser feito a sós. Também não vale passar uma crítica positiva em público que não condiz com a realidade. Você corre o risco de cair em descrédito. A atitude coach transmite mensagens de elevação, que contribuem de fato para o aperfeiçoamento dos processos da equipe.
4 de dez. de 2010
3 de dez. de 2010
1 de dez. de 2010
Dia Mundial da Luta contra a AIDS
O Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi criado para relembrar o combate à doença e despertar nas pessoas a consciência da necessidade da prevenção, aumentar a compreensão sobre a síndrome e reforçar a tolerância e a compaixão às pessoas infectadas.
Foi a Assembléia Mundial de Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), que instituiu a data de 1º de dezembro. A decisão foi tomada em outubro de 1987. No Brasil, a data passou a ser comemorada a partir de 1988, por decisão do Ministro da Saúde.
A cada ano, diferentes temas são abordados, destacando importantes questões relacionadas à doença. Em 1990, por exemplo, quando a Aids ainda era mais disseminada entre os homens, o tema foi "A Aids e a Mulher". Em 1997, foi a vez de as crianças infectadas serem lembradas. A importância da família e da união de forças também já foram destacadas como importantes aliados da luta contra a Aids.
Dia do Imigrante
Imigrante é a pessoa que entra em um país estranho e nele constrói a sua vida, em razão de não ter encontrado em seu país de origem soluções para seus problemas socioeconômicos, ou por espírito de aventura, guerras, razões políticas, ou mesmo para poder estudar etc. No Brasil, a imigração se tornou muito intensa. Teve início quando o governo percebeu, depois da Independência, que era preciso garantir as fronteiras, visto ser o país muito extenso. Os portugueses vieram como imigrantes para o Brasil em 1853 e se fixaram em São Paulo, sobretudo nas fazendas de café, mas se espalharam também pelo interior do país, estabelecendo padarias, mercearias, serralherias etc. Italianos, alemães, russos, poloneses e ucranianos, entre outros povos europeus, dirigiram-se para o Sul, povoando as serras e os vales dos rios. A leva de italianos - mais de um milhão - chegou entre 1884 e 1903. A maioria deles assentou em São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Um número pequeno foi para o Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Os alemães chegaram em 1924 e fundaram colônias no Rio Grande do Sul, no Paraná e em Santa Catarina. Neste estado, fundaram Joinville, Blumenau e Brusque. Os japoneses chegaram ao Brasil em 1908, em razão de problemas socioeconômicos. Foram para o interior de São Paulo, para trabalhar nas fazendas de café, mas também se dirigiram para as zonas agrícolas de outros estados brasileiros. Os que ficaram nas cidades, como São Paulo, estabeleceram-se como pequenos comerciantes. Os imigrantes difundiram a pequena propriedade, a policultura, o trabalho familiar, o cultivo da uva e a mentalidade empresarial. Exerceram influência não só na nossa língua, na arquitetura, nos usos e costumes, como também contribuíram na formação do povo brasileiro, em virtude da miscigenação. A imigração sempre aconteceu e continuará acontecendo em todo o mundo, sobretudo depois da globalização, pois todos podem se comunicar, via internet ou satélite, com pessoas das mais diversas culturas. Embora o Dia do Imigrante tenha sido instituído no estado de São Paulo pelo decreto no 30.128, de 14/11/1957, assinado por Jânio Quadros, os imigrantes costumam ser lembrados também no dia 25 de junho, que encerra a semana das festividades da colônia japonesa, iniciada em 18 de junho, Dia Nacional da Imigração Japonesa.
Dia do Numismata
Por numismática entende-se o estudo essencialmente científico das moedas e medalhas, porém na atualidade o termo “numismático” vem sendo empregado como sinônimo ao colecionismo de moedas, incluindo também o estudo dos objetos "monetiformes", ou seja, assemelhados às moedas, como por exemplo as medalhas (que têm função essencialmente comemorativa), os jetons (geralmente emitidos por corporações para identificar seus membros), moedas particulares (destinadas a circular em círculos restritos, como uma fazenda ou localidade) ou ainda os pesos monetários (que serviam para conferir os pesos das moedas em circulação).
CIÊNCIA NUMISMÁTICA
A preocupação principal da numismática é a moeda, enquanto peça cunhada.
Cabe ao numismata analisar as moedas por diferentes métodos e buscando nelas diferentes informações. Durante esse processo o numismata fará uso de conhecimentos adquiridos através de outras disciplinas como a história, a simbologia, a epigrafia, a heráldica, ageografia, a economia, e noções dos processos de metalurgia, e da evolução nas artes, entre outros campos que podem ser abordados.
A numismática clássica divide-se em duas partes distintas:
- a teórica, que estuda a nomenclatura numismática e os métodos de classificação e conservação das moedas.
- a histórica, que estuda o desenvolvimento da moeda nas diferentes partes do mundo ou de uma região específica, promovendo também a classificação de suas emissões.
Nos trabalhos científicos a distinção entre essas duas áreas é freqüentemente sutil, já que além de distintas essas partes são complementares.
A MOEDA COMO FONTE HISTÓRICA
Moedas com figuras históricas. |
A numismática faz uso de diversas áreas do conhecimento para estudar as moedas, buscando identificá-las e situá-las no tempo histórico. Porém na atualidade a moeda se tornou, também, umdocumento histórico, sendo
utilizada como “fonte” de dados para pesquisas, pois uma moeda pode facilmente fornecer dados sobre o povo que a cunhou, como sua forma de governo, língua, religião, forma como comercializavam, situação da economia, e até mesmo grau de sofisticação dos povos – através da análise do método de cunhagem – e por isso a numismática tem um papel cada vez maior no estudo da história dos povos.
NUMISMÁTICA E COLECIONISMO
Coleção de moedas. |
colecionadores, por vezes, efetuarem breves pesquisas sobre suas moedas.
Há também de se considerar que no início a numismática se desenvolveu dentro das coleções de museuseuropeus, e, na falta de informação, dependia inteiramente da análise "palpável" dos exemplares. Por tanto, se fazia necessário possuí-los.
Na atualidade, desenvolveu-se também o conceito de colecionar moedas como forma de investimento, visto que as moedas costumam se valorizar com o passar dos anos e, dessa forma, podem garantir lucro aos “investidores” no momento da revenda. Mesmo a coleção de moedas recentes pode se tornar uma fonte de forte valorização. Há vários casos de moedas recentes valorizarem até 5000% comparado ao valor de face.
HISTÓRIA DA MOEDA
Dracma da Lucânia, cerca de 535 –510 a.C. |
As moedas metálicas surgiram por volta de 2000 a.C., mas, como não existia um padrão e nem eram certificadas, era necessário pesá-las antes das transações e verificar a sua autenticidade. Só por volta do século VII a.C. é que se procedeu à cunhagem das moedas. Foi a partir do dracma deAtenas que se difundiu por todo o mundo a moeda metálica.
HISTÓRIA DA NUMISMÁTICA
As moedas correntes de 10 złoty com retrato de Nicolau Copérnico dos anos 1968 e 1959 cunhados segundo projeto de Józef Gosławski de 1958 |
Assim temos nomes como o abade Joseph Eckhel que trabalhou na coleção imperial de Viena, capital da Áustria. Temos o colecionador francês Joseph Pellerin, que contribuiu para a coleção real francesa, e temos também um dos nomes mais famosos, Francesco Petrarca, poeta que desenvolveu a numismática na Itália.
O objetivo de Petrarca era conhecer a história de cada povo. Petrarca demonstrou também como a numismática pode se tornar uma paixão contagiosa. Em 1390, coube a ele, indiretamente, a cunhagem de moedas comemorativas pela libertação da cidade de Pádua, pelo visconde Francisco II de Carrara. [1]
Seja pela cultura, pela observância de técnicas ou simplesmente pelo desafio de colecionar, a relação entre cultura e numismática sempre é presente. Mesmo aqueles que colecionam moedas ou cédulas como um simples hobbie, sem se dedicar à pesquisa, adquirem uma boa bagagem de cultura geral.
NUMISMÁTICA NO BRASIL
A numismática desenvolveu-se no Brasil, principalmente a partir do século XIX, seguindo em parte o modelo europeu.
A aristocracia teve papel fundamental para o desenvolvimento da numismática no Brasil, por ser a classe mais instruída e também por ter condições de formar coleções numismáticas, lembrando-se que na época as coleções deviam se formar basicamente de moedas greco-romanas. Temos também a contribuição especial do imperador Dom Pedro II, amante das artes e da história e que freqüentemente fazia viagens ao exterior donde trazia “lembranças”.
Com o fim do Império, a maior parte da produção numismática brasileira ficou restrita a museus e a trabalhos realizados por poucospesquisadores principalmente no eixo das cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, quadro que começou a se alterar com a popularização das feiras de antiguidade e com a criação de sociedades numismáticas no país.
Apesar dos esforços a numismática no Brasil não é tão bem difundida como em outros países. Ainda assim, possui vários grupos de colecionadores bem organizados, cursos e literatura sobre sua evolução no país.
No calendário oficial, o dia 1º de Dezembro é marcado como o "Dia do Numismata".[2] Essa data foi escolhida por reunião da Sociedade Numismática Brasileira por ser o dia, no calendário católico, de Santo Eloi (ou Elígio), padroeiro dos numismastas.
CURIOSIDADES
Há uma série de curiosidades que os numismatas cultivam. Por exemplo, a serrilha das moedas surgiu porque era frequente, antes disso, raspar a borda das moedas de metais mais nobres (ouro e prata) para juntar esse mesmo metal em pó, diminuindo o diâmetro da moeda e o seu valor no peso (mas não o valor facial) - na gíria numismática este acto de subtrair metal original á moeda é chamada de cerceio. Outro exemplo, embora não de interesse direto para a numismática, é a quantidade de objectos que já serviram de moeda em diferentes culturas: das conchas e seixos até animais como elefantes ou o couro de outros. Ainda hoje, em vários países do Oriente as moedas são perfuradas para nelas serem enfiados cordões.
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