17 de jun. de 2012

As prioridades de Fátima Bezerra no Seridó: Parelhas, Jardim do Seridó e Acari


3024Fátima com seus pupilos: Dr. Anchieta e padre Jocimar e Francisco Medeiros, único prefeito do PT na região

A deputada federal Fátima Bezerra, maior estrela eleitoral do PT potiguar, dedicou o sábado (16) para prestigiar as convenções que tem mais interesse no Seridó. Fátima prestigiou o prefeito Antônio Carlos, o Tom (PR) em Acari, onde o PT indicou o vice, Marcelo de Mandunca, que dirige a legenda em Acari.
Fátima Bezerra também fez questão de prestigiar o prefeito-padre Jocimar Dantas (PMDB), que terá como vice o médico Anchieta Moura (PT). Único prefeito do PT no Seridó, a deputada federal foi a Parelhas, onde tem o maior interesse na região. Parelhas é o terceiro maior colégio eleitoral do Seridó. Lá o prefeito Francisco Medeiros (PT) é candidato a reeleição e terá o vice-prefeito Zezinho Dantas (PMDB), como candidato à reeleição. Será a mesma chapa vitoriosa de 2008. 
Fonte: Blog Marcos Dantas

Inscrições no Sisu começam nesta segunda-feira e Ceará é o 4º com maior oferta de vagas


A partir desta segunda-feira (18), estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2011 podem se inscrever para disputar uma das 30.548 vagas em instituições públicas de ensino superior disponíveis pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O Ceará contará com 3.154 vagas, sendo o 4º estado com o maior número de vagas.
O Sisu foi criado pelo Ministério da Educação para unificar a oferta de vagas em universidades públicas, que são disputadas a partir do Enem. Os interessados podem consultar quais são os cursos disponíveis no site do programa. Cinquenta e seis insituições participam neste ano.
Ao acessar o sistema, o candidato pode escolher duas opções de curso, indicando a sua prioridade. Ao longo do período de inscrições, ele pode visualizar a nota de corte preliminar de cada curso e sua classificação parcial. As opções de curso escolhidas previamente podem ser alteradas, se o candidato achar que tem mais chances de ser aprovado em outra graduação ou instituição. Cada alteração invalida a inscrição feita anteriormente.
Os estados com maior oferta de vagas no Sisu deste semestre são Rio de Janeiro (7.495 vagas), Minas Gerais (4.112), Paraná (3.394), Ceará (3.154) e Maranhão (2.708). Em Rondônia, apenas o Instituto Federal de Educação Profissional e Tecnológica participa do Sisu, com oito vagas.
A lista dos aprovados será divulgada no dia 25 deste mês e os alunos selecionados deverão fazer a matrícula nas instituições de ensino do dia 29 ao dia 2 de julho. Está prevista ainda uma segunda chamada para 6 de julho.
Quem não for convocado em nenhuma das duas chamadas poderá participar de uma lista de espera que será usada pelas universidades para selecionar os alunos em caso de sobra de vagas.
Confira a oferta de vagas do Sisu por estado:
Acre – 40 vagas
Bahia – 1.095 vagas
Ceará – 3.154 vagas
Distrito Federal – 90 vagas
Espírito Santo – 274 vagas
Goiás – 170 vagas
Mato Grosso do Sul – 909 vagas
Maranhão – 2.708 vagas
Minas Gerais – 4.112 vagas
Paraíba – 1.198 vagas
Paraná – 3.394 vagas
Pernambuco – 892 vagas
Piauí – 411 vagas
Rio de Janeiro – 7.495 vagas
Rio Grande do Norte – 1.426 vagas
Rio Grande do Sul – 1.251 vagas
Rondônia – 8 vagas
Roraima – 175 vagas
São Paulo – 1.080 vagas
Sergipe – 145 vagas
Tocantins – 521 vagas

Fonte: Diário do Nordeste

China lança primeira mulher astronauta


Após conquistar espaço no campo da economia mundial, agora, a China quer provar que pode alçar novos voos

Pequim. A China quer mostrar que sua força como potência mundial não se resume apenas ao aspecto econômico. E, se é para inovar, os chineses fazem em grande estilo. Ontem, às 7h37m (horário de Brasília), a nave chinesa Shenzhou 9 decolou com primeira mulher astronauta do país e mais dois astronautas.

A nave espacial chinesa Shenzhou 9 decolou, ontem, com a primeira mulher astronauta do país, para cumprir missão que deve durar entre sete e 10 dias. A tripulação conta, ainda, com mais dois astronautas FOTO: REUTERS

A missão deve durar cerca de sete a dez dias. O foguete saiu do Centro de Lançamento de Satélites Jiugquan, no Deserto de Gobi, no norte da país. Trata-se da primeira tentativa de acoplagem realizada por chineses, a bordo da nave Shenzhou 9, que vai se juntar ao módulo espacial Tiangong 1, a 343 quilômetros da Terra.

Os astronautas devem trabalhar em uma estação espacial provisória por sete a dez dias. A missão pode ser fundamental para a China se tornar o terceiro país a estabelecer uma base permanente em órbita, depois dos EUA e da Rússia.

Liu Yang, de 34 anos, é piloto da Força Aérea chinesa e, segundo o porta-voz do programa espacial chinês, Wu Ping, a presença de uma mulher no espaço é consequência do desenvolvimento dos voos tripulados e também efeito da expectativa do público chinês.

Prova disso é o proveito que a mídia chinesa vem tirando do fato, relatado inclusive que a astronauta já aterrissou um avião após uma ave desativar um dos motores.

Liu Yang estará acompanhada de Liu Wang e Jing Haipeng. Dois deles vão viver e trabalhar no interior do módulo, para testar os sistemas de suporte vital. Enquanto isso, o terceiro ficará na cápsula, no sentido de observar qualquer emergência.

Eles prometem avaliar os efeitos da gravidade sobre o corpo humano e desempenhar tarefas científicas e de engenharia.

O nome de Liu foi anunciado na última semana, após um processo de seleção que deu preferência a mulheres casadas e com filhos. O motivo é o temor de que devido ao fato de o voo espacial e a possível exposição à radiação poderem causar infertilidade.

Entretanto, autoridades chinesas garantem que os critérios da escolha são rigorosos. A escolhida tinha, entre outros, de ter dentes perfeitos, pele sem calos ou problemas, bom hálito e odor corporal agradável - o contrário pode ser um problema durante a permanência no espaço.

Na volta à Terra, a nave deve pousar em campos chineses com a ajuda de paraquedas. Vale lembrar que o módulo Tiangong 1 é apenas um protótipo, e a meta é substituí-lo por uma estação espacial maior e permanente, com conclusão prevista para 2020.

A estação permanente deve pesar cerca de 60 toneladas, ligeiramente menor que a Skylab da Nasa, construída nos anos 1970, e cerca de um sexto do tamanho da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), da qual fazem parte 16 países atualmente. A China lançou um homem ao espaço pela primeira vez em 2003. A missão foi seguida em 2005. 

Fonte: Diário do Nordeste

Copa traz oportunidades de negócios para fruticultores


Mossoró - A Copa do Mundo de 2014 no Brasil, considerada um dos maiores eventos esportivos do mundo, desponta também como uma grande janela de oportunidades de negócios para a fruticultura. Esse foi um dos consensos das discussões do Fórum Internacional da Fruticultura, realizado como parte da programação da Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (Expofruit) esta semana em Mossoró (RN). 



Promovido pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, o fórum apontou os setores hoteleiro e gastronômico como principais nichos de mercado a serem explorados durante o evento.

O assunto entrou em debate com a palestra "Copa 2014: oportunidades para a fruticultura brasileira", proferida pelo gerente da Unidade de Acesso a Mercado e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional, Paulo Alvim. O gerente dedicou especial atenção às oportunidades relacionadas ao fornecimento de frutas para abastecimento da rede hoteleira, assim como a utilização da fruta para a produção de sucos naturais e sorvetes como agregação de valor.

Elisa Elsie/Arquivo TNHotel em Natal:  A expectativa dos fruticultores é atender a demanda dos hotéis, em um período que promete ser de alta para o turismo
Hotel em Natal: A expectativa dos fruticultores é atender a 
demanda dos hotéis, em um período que promete ser de alta 
para o turismo



Segundo Alvim, esses nichos têm como alvo, além do público interno estimado em três milhões de pessoas, os cerca de 600 mil turistas que visitarão o Brasil no período do mundial. "Existem muitas oportunidades a serem exploradas. Temos uma diversidade muito grande de frutas, e podemos nos utilizar deste potencial para promover nossos produtos. Temos que nos preparar para abastecer hotéis credenciados da Fifa, e apostar também na produção de sucos naturais, nichos fortes do mercado", pontuou.

Mas, é preciso atender às exigências do mercado, especialmente nos quesitos da qualidade, certificação e sanidade das frutas produzidas. "Precisamos estar preparados para tirar todo o proveito este momento, mas não podemos esquecer de oferecer um produto de qualidade. Qualquer problema ocorrido por causa de uma fruta estragada, por exemplo, pode causar sérios problemas à fruticultura brasileira no mundo", alerta Paulo Alvim.

"A palestra mostrou como aproveitar a vinda da Copa do Mundo e nos ajudou a identificar como utilizar o evento para mostrar o nosso potencial e a fruta brasileira para o mundo", afirmou Segundo de Paula, presidente do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte, organizador do evento.

"As autoridades deixam os empregadores em segundo plano"
Andrielle Mendes
Repórter

A Agrícola Famosa, maior exportadora de frutas frescas do Brasil e uma das maiores produtoras de melão do mundo, com parte da área de produção em Mossoró, no Rio Grande do Norte, quer exportar 100% de sua produção pelo Estado. Sonho dos gestores potiguares, a exportação via porto de Natal já seria realidade não fosse um problema: a falta de espaço. "Os navios maiores não conseguem atracar. Por isso tenho que procurar outros portos", diz Luiz Roberto Barcelos, sócio e diretor da empresa. Mas não é só isso. A empresa, que conta com oito fazendas no Nordeste e uma na África, também gostaria de ampliar a produção potiguar. Hoje, 60% da produção é originária do Ceará e 40% do Rio Grande do Norte.  "O que faz uma empresa produzir mais num estado e menos em outro?  Benefícios tributários, infraestrutura e logística. O Ceará está na frente dos outros estados nestes quesitos. Esse é o motivo que nos leva a produzir mais no Ceará do que no Rio Grande do Norte", diz ele. Apesar das dificuldades encontradas, tudo indica que a produção no RN suba em breve. A Agrícola Famosa está prestes a comprar as terras que arrendou da Nolem, antiga produtora de melão, em Mossoró. As negociações estão avançadas. Barcelos espera uma definição nos próximos 60 dias.  Nesta entrevista à TRIBUNA DO NORTE, ele também critica o que chama de falta de atenção por parte do governo potiguar. Confira:

O melão é um dos principais produtos da pauta de exportação do Rio Grande do Norte. O cenário para a exportação é favorável?

Com relação a preço, temos dois grandes mercados, que é o europeu e o interno. Hoje, 70% de nossa fruta vai para o mercado europeu. A crise preocupa, mas o câmbio tem compensado. A valorização das moedas estrangeiras favorece as exportações. O mercado interno também vem crescendo muito nos últimos anos. Trinta por cento do que produzimos fica no Brasil.  A demanda vem dobrando a cada ano. Estou otimista quanto à comercialização.

É fácil inverter a proporção, caso seja necessário? O mercado interno é capaz de absorver toda a produção caso a Europa reduza as compras?

Não. Não é tão fácil. Exportávamos 95% de nossas frutas até cinco anos atrás. Estamos aumentando as vendas no mercado interno gradativamente. Mas caso eu queira exportar apenas 30% e comercializar o restante no Brasil o mercado interno não absorverá. É possível fazer isso, mas precisa ser de forma gradual. A proporção que fica no País tem aumentado. Queremos aumentar ainda mais. 

A Agrícola exporta hoje para que países?

Três países representam 90% de nossa exportação: a Inglaterra, a Alemanha e a  Holanda. 

Vocês estão prospectando novos mercados? A Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (Expofruit 2012, realizada na semana passada em Mossoró), por exemplo, focou o mercado norte-americano.

Temos estudado novos mercados sim. O mercado norte-americano tem um potencial enorme, embora existam barreiras tarifárias que reduzam nossa competitividade. Estamos trabalhando isso politicamente. Mas o melhor mercado hoje é o Oriente Médio e o Leste Europeu. O problema é a logística. O melão tem uma vida útil curta. Em torno de 35 dias. Para chegar até a Europa, um navio leva 10 dias. Para chegar no Oriente Médio, leva quase  25 dias. O tempo para comercializá-lo lá fica curto. Estamos investindo em tecnologia para atender este mercado. 

No ano passado, vocês exportaram US$ 77,6 milhões. O valor este ano deve ser parecido?

Acredito num incremento de pelo menos 10%. Acredito que chegaremos aos US$ 85 milhões este ano.

O senhor me disse que está otimista quanto a comercialização. Há algum problema em outra área que não seja a comercial?

Há dez anos, a Agrícola Famosa vem crescendo 30% ao ano, em termos de produção e área plantada. Para este ano, estamos prevendo um crescimento de 20%. ou seja, um pouco menor. Estamos preocupados com a seca. Usamos água de poços. Não sabemos como será a nova safra porque não choveu e os poços não foram reabastecidos. Choveu pouquíssimo na nossa região. Além disso, a água que a gente usa tem alto grau de salinidade. Todo ano a chuva lava o solo e este ano não houve a limpeza do solo pela chuva.  As pragas também ficam mais fortes, quando não chove. Vai ser mais difícil produzir.

Quanto a Agrícola produziu no ano passado?

No ano passado, a gente plantou 5.900 hectares e produziu 6.100 conteiners para exportação e 1.800 para o mercado interno. Como cada conteiner comporta 20 toneladas, produzimos umas 170 mil toneladas no ano passado.

Mas esse número pode ficar menor na próxima safra por causa da estiagem...

Isso. Por isso estamos prevendo um crescimento de 20% e não de 30%, como nos anos anteriores. 

Com relação a exportação, a  Agrícola exportou US$ 21,23 milhões no primeiro trimestre deste ano. Valor 93% maior que o exportado no mesmo período do ano passado. Porque o resultado foi tão bom?

O primeiro quadrimestre deste ano foi muito bom para a exportação por dois motivos: aumento na taxa de câmbio e estiagem. Como não choveu, conseguimos produzir mais e com mais qualidade. A combinação entre valorização das moedas estrangeiras e baixo índice pluviométrico fez a empresa bater um recorde nas exportações. Exportamos US$ 25 milhões entre janeiro e abril. Este foi o melhor resultado desde que a empresa foi criada, há  17 anos. A Agrícola nunca exportou tanto neste período. Nosso último recorde foi metade disso (US$ 12,5 milhões). 

A estiagem ajuda ou atrapalha a produção?

A estiagem ajudou a safra anterior, mas poderá atrapalhar a seguinte. O ideal para nós é que chova 700 mm entre março e maio. Índice histórico da região. Na nossa fazenda este ano choveu 140 mm. Isso não é suficiente.

Qual é a participação do Rio Grande do Norte nos negócios da companhia?

 Hoje, 60% da produção é originária do Ceará e 40% do Rio Grande do Norte. A proporção exportada pelos estados varia de ano para ano. Ela depende da empresa com a qual fecho o contrato de frete marítimo. Se a empresa que oferece as melhores condições atende o porto de Pecém, exporto por lá. Se a empresa atende o porto de Natal exporto por aí. Na próxima safra, por exemplo, fechei um maior volume com a empresa que atende o Porto de Natal. Dos seis mil conteiners que exportei na safra passada, 1,1 mil saíram por Natal. Estou fechando um contrato com a Companhia Docas do Rio Grande do Norte para exportar  2,5 mil pelo estado. O percentual de melão exportado pela Agrícola pelo Porto de Natal passará então de 15% para 35% ou 40% na próxima safra. 

Outros fatores também pesariam na escolha?

Sim. O Porto de Natal não consegue atender os navios grandes que vem para o porto de Pecém. Há uma limitação de espaço na retroárea e um problema de calado. Por isso, só atende os pequenos, que tem um custo operacional maior. Um navio grande tem o mesmo custo físico que um navio pequeno, mas consegue levar mais conteiners. Os preços que oferecem são mais vantajosos. 

A Agrícola pode aumentar o volume exportado pelo Porto de Natal, caso o espaço para movimentação de cargas e a profundidade do rio sejam ampliados?

Sim. Eu gostaria muito de exportar um volume maior pelo Porto de Natal, mas os navios não conseguem atracar lá. Por isso tenho que procurar outros portos. Mas se tivesse condição, eu exportaria 100% das minhas frutas por Natal.

Por que exportaria 100% por Natal? 

Porque o porto de Natal é especializado neste tipo de carga. Os órgãos intervenientes, como Ministério da Agricultura e Receita Federal, compreendem as necessidades dos fruticultores e as exigência do embarque deste tipo de carga, que é bastante perecível.  Neste ponto, o porto de Natal é imbatível. O porto de Natal está preocupado com a fruticultura. O Porto de Pecém se destaca pela infraestrutura, mas como movimenta vários tipos de cargas, o espaço acaba ficando um pouco tumultuado. 

A Agrícola Famosa está presente em três estados no Nordeste. O que faz a empresa produzir mais num estado e menos no outro?

Estou no Ceará, no Rio Grande do Norte e em Pernambuco. As condições climáticas e geográficas são as mesmas. O que faz a empresa produzir mais num estado e menos em outro são os incentivos concedidos (como a devolução do ICMS), a infraestrutura e a logística. O Ceará está na frente dos outros estados nos três quesitos. Esse é o motivo que nos leva a produzir mais lá. Se o RN se dedicar a isso terá condição de atrair produtores. Se eu fosse um governante, estenderia um tapete vermelho e perguntaria 'Luiz Barcelos, o que você precisa para gerar mais emprego?'. Mas as autoridades não enxergam dessa forma. Acabam deixando os empregadores relegados ao segundo plano. A Agricultura deveria receber mais atenção por parte dos governantes. E cá para nós, o governo do Ceará tem dado esta atenção. 

E no Rio Grande do Norte? Falta atenção por parte do governo para o empresário deste segmento?

Falta sim. O Rio Grande do Norte demora para devolver os impostos para os exportadores e não constrói estradas. Eu comprei uma área no município de Pedro Avelino e tive que rezar para não chover, se não não conseguiria escoar a produção. Estive no governo e para melhorarem um pouquinho a estrada. Eles foram lá, olharam, e nunca me retornaram. 

Você teria interesse de ampliar a produção aqui, caso as condições fossem favoráveis?

Sim. O que a gente precisa é de infraestrutura para tirar o melão. Precisamos de estradas, porto, incentivos tributários. Eu não posso ficar investindo em estrada. Não tenho condições de ficar investindo em infraestrutura. Não é minha função.

Há alguns meses, Flávio Rocha, vice-presidente do Grupo Guararapes e presidente da Riachuelo, classificou o Rio Grande do Norte com um estado hostil ao empresariado. Ele se referia mais à indústria. Em relação a Agropecuária, o Estado também tem sido 'hostil'?

O que eu diria é que eles não estão dando a colaboração que o setor merece. Outros estados dão essa colaboração e acabam levando não só a mim, mas outros produtores. 

Quais os planos da Agrícola? 

Começamos a produzir no Senegal e vamos produzir frutas no Norte de Minas Gerais. Também estamos diversificando a produção. Precisaremos de novas áreas dentro do Nordeste.

Por falar em novas áreas dentro da região, a Agrícola arrendou as fazendas da antiga Nolem, empresa que produzia e exportava frutas em Mossoró. A empresa pretende comprar a área?

Arrendamos as duas fazendas da Nolem por um ano. Renovamos por mais quatro. Estamos indo para o terceiro ano. A negociação para comprar as fazendas está em estágio avançado. 

Quanto seria necessário para comprar as fazendas e em quanto tempo vocês teriam mais novidades quanto ao processo de aquisição?

Daqui para 60 dias teremos uma definição quanto a aquisição das fazendas da Nolem. Quanto ao valor, estamos falando algo em torno de R$ 14 milhões. Virando dono, posso aplicar mais dinheiro e produzir mais. Para aumentar a produtividade dessas áreas, é preciso construir estradas, perfurar poço, instalar energia, equipar os galpões de embalagem. Tudo isso exige investimento e não podemos investir numa área que não é nossa.

Fonte: Tribuna do Norte

Dilma viaja para o México para participar de reunião do G20


Brasília - A presidenta Dilma Rousseff viajou hoje (17) para o México para participar da 7ª Cúpula do G20, grupo que reúne as maiores economias do mundo. Os chefes de Estado e de Governo vão se reunir em três sessões de trabalho amanhã (18) e terça-feira (19), em Los Cabos, para tentar contornar a crise e retomar o crescimento global.
A agenda da cúpula deverá ser monopolizada pela crise europeia, agravada nos últimos meses, e que já está provocando a desaceleração do crescimento mundial. Dilma deve reforçar no G20 a defesa das medidas adotadas pelo Brasil para enfrentar os problemas financeiros internacionais, baseadas no estímulo ao consumo e aos investimentos internos.

Além das sessões conjuntas, a presidenta deverá ter encontros bilaterais durante o encontro. Dilma também deve aproveitar a reunião do G20 para buscar um acordo sobre as divergências em postos do texto final da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. O documento tem que ser aprovado pelos chefes de Estado, que se reunirão do Rio de Janeiro entre os dias 20 e 22 próximos, etapa final da conferência.

O governo brasileiro quer chegar a essa etapa com um texto que tenha o máximo possível de consenso, e Dilma deverá trabalhar por isso durante o G20, inclusive em conversas com líderes que não virão ao Rio, como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a chanceler alemã Angela Merkel.

O G20 representa 90% do Produto Interno Bruto (PIB) do planeta e tem como membros África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Turquia e União Europeia.

Convidados pelo México, que preside o grupo este ano, vão participar também da cúpula a Espanha, a Colômbia, o Chile, a Etiópia, o Camboja e Benin.

Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Tribuna do Norte

Toim em Santana do Seridó - RN

15 de jun. de 2012

PREFEITURA DE PARELHAS INAUGURA A SALA DO EMPREENDEDOR





Na manhã de ontem, 14, a Prefeitura Municipal de Parelhas realizou a inauguração da Sala do Empreendedor. Um espaço que vai servir a todos que queiram se formalizar ou dar início ao seu negócio como um Empreendedor Individual, o chamado EI.
Autoridades, servidores municipais e pessoas curiosas para entender qual a finalidade deste novo espaço estiveram na Prefeitura. Além de diminuir a burocracia, a Sala do Empreendedor, através da Agente de Desenvolvimento Rejane Assis, vai organizar eventos como palestras e cursos para os pequenos e micro empresários parelhenses. Em parceria com o SEBRAE RN no Território da Cidadania do Seridó e Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL – a prefeitura espera incentivar o empreendedorismo no município. 
Yves Guerra, Gestor de Projetos do SEBRAE esteve no evento e lembrou as ações que já foram feitas em Parelhas para impulsionar os negócios: “Tivemos uma participação muito boa na FENEPAR, a feira de negócios, que superou as expectativas em sua primeira edição, além da OSE – Oficina SEBRAE de Empreendedorismo, que Parelhas bateu record em número de participantes. Este é com certeza um dos municípios com mais potencial empreendedor no estado”. 
Para ser empreendedor individual, Rejane Assis explica que: “Você precisa faturar no máximo R$ 60.000,00 de renda bruta anual, não ter mais de um estabelecimento, com participação em outra empresa como sócio ou titular, ter apenas um empregado contratado que receba um salário mínimo mensal ou o Piso da Categoria”.
A sala, através da Secretaria do Turismo, da Cultura e do Esporte, vai ter sempre um funcionário a postos para encaminhar a documentação necessária para aquele que quer ser regular. O Senhor Gildo esteve na inauguração e aproveitou para ver se conseguiria tirar seu CNPJ: “Em menos de dez minutos saí com o documento na mão”.
Agora Parelhas já atende as determinações da Lei das Micro e Pequenas Empresas. Na ocasião, também foi sancionada a Lei 2.250/2012 que aponta o dia 12 de Setembro como data para comemorar-se o Dia do Empreendedor Individual em Parelhas – RN.
Fonte: JCN
 

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