6 de set. de 2010

Chile inicia plano B para resgatar mineiros soterrados

Máquina utilizada para perfurar poços de água pode diminuir tempo da operação


A máquina Scrhramm T130 - normalmente utilizada para perfurar poços de água - vai ajudar no resgate os 33 mineiros


As equipes de resgate que tentam retirar os 33 operários presos há mais de um mês em uma mina no norte do Chile deram início na noite deste domingo (5) ao plano B do governo, que consiste em utilizar uma segunda máquina para chegar ao local de abrigo dos trabalhadores, a 700 m de profundidade.

Se funcionar, a segunda opção poderá diminuir em até um mês o tempo de resgate - atualmente estimado em quatro meses. O plano B utiliza o equipamento Scrhramm T130 - que normalmente perfura poços de água - para alargar um dos buracos de sondas já existentes com um martelo. A perfuradora levaria três meses para chegar ao local.

O ministro da Mineração do Chile, Laurence Golborne, disse que, se tudo der certo, os operários poderão ser libertados no início de novembro.

- Em um prognóstico otimista, princípios de novembro.

Os mineiros voltarão à superfície em uma jaula de 2 m a 2,5 m de comprimento. O equipamento levará de 20 a 30 minutos para chegar ao local onde os trabalhadores estão.

Para içar a jaula, as equipes a prenderão a um guincho, que deverá levá-la à superfície à velocidade de 4 m por segundo. Esse passo, porém, poderá ser reduzido devido aos prováveis choques da jaula no revestimento do duto.

No interior da jaula, os mineiros terão oxigênio, água, alimentação, luz artificial e até comunicação com o exterior para manterem contato durante todo o trajeto.
Chile ainda tem plano A e plano C 
O plano A das equipes de resgate consiste em perfurar 700 m com a máquina Raise Borer (modelo Strata 950), até chegar ao refúgio dos mineiros. Neste domingo, o equipamento havia atingido cerca de 70 m de profundidade. 

No entanto, um plano C seria capaz de encurtar mais o tempo de resgate e reduzi-lo a dois meses, na melhor das hipóteses, ao ter que perfurar 597 m para chegar a uma das rampas de acesso aos mineiros.

A protagonista desse terceiro plano seria uma sonda para operações de busca de petróleo, que pode perfurar a até 2.000 m de profundidade, mas que precisa de uma grande área (100 m de comprimento por 80 m de largura) para a sua instalação.

Os técnicos insistem que há "riscos inerentes às características do maciço rochoso" e indicam que, com as três opções diferentes, as chances de sucesso são razoáveis.

Estado australiano de Victoria vira zona de emergência por inundações

Cerca de 300 famílias tiveram de ser evacuadas devido ao transbordamento de rios



Morador (de colete amarelo) e seu cão são resgatados de inundação em Wangaratta, Victoria, por equipes de salvamento


As autoridades australianas declararam o Estado de Victoria, nesta segunda-feira (6), como zona de emergência devido às inundações na região, consideradas as piores já vistas no país em mais de uma década.

Cerca de 300 famílias tiveram de ser evacuadas devido ao transbordamento de rios na região. As estimativas não são animadoras, uma vez que se prevê que o nível da água deverá alcançar seu ponto máximo somente nesta terça-feira (7).

Apesar do agravamento da situação nas últimas horas, cerca de 40 mil casas tiveram o fornecimento de energia elétrica restabelecido.

O Exército enviou 50 soldados em caminhões para ajudarem no resgate e no atendimento de pessoas afetadas pelas inundações. Os oficiais também ajudam na contenção da água colocando sacos de areia nas zonas mais afetadas.



Ajuda à população

Neste domingo (5), primeiro-ministro de Victoria, John Brumby, disse que "o verdadeiro problema são as próximas 36 a 48 horas".

Os governos estadual e federal anunciaram ajudas financeiras à população. As pessoas que não puderem retornar imediatamente a suas casas poderão pedir até R$ 1.700 (US$ 1.000), enquanto mais de R$ 44,2 mil (US$ 26 mil) poderão ser pedidos pelas famílias que tiveram suas residências destruídas pelas águas.

2 de set. de 2010

SOLTE AS AMARRAS








Você já pensou porque o elefante, um animal enorme, fica preso a uma corda frágil que, com poucos esforços ele arrebentaria? Isso ocorre porque o homem usa um meio eficaz de submetê-lo, quando o elefante ainda é um bebê e desconhece a força que tem.
Preso a uma corda, o bebê elefante tenta escapar. Faz esforços, se debate, se machuca, mas não consegue arrebentar as amarras. 
A cena se repete por alguns anos. As tentativas de libertar-se são inúteis. O elefante desiste. 
Vencido pelas amarras, ele acredita que todos os seus esforços serão inúteis, para sempre. 
Assim é que, depois de adulto, o gigante fica preso a uma fina corda que ele poderia romper com esforços insignificantes. 
Fazendo um paralelo com o ser humano, poderíamos fazer a mesma pergunta: porque um ser tão grandioso, potencialmente criado para a perfeição e a felicidade, se deixa vencer por amarras tão sutis e sem fundamento? 
São cordas invisíveis que vão imobilizando um gigante e, por fim, ele se conforma e se submete, sem questionamentos. 
Essas cordas podem ser facilmente percebidas, basta um olhar mais atendo. 
A idéia de que o homem foi criado para o sexo e não o sexo para o homem, insuflada desde a mais tenra idade, faz com que o adolescente se deprave, se prostitua e se infelicite. 
O adulto, acostumado com essa amarra invisível, se reduza a um escravo sexual, infeliz e exausto, quando poderia usar as potencialidades sexuais para a vida e para o amor, consolidando uniões maduras e baseadas no sentimento. 
A sutilidade das chamadas para o vício, propositalmente exibidas em cenas de programas e comerciais, cujo maior público é de menores de idade, gera uma potente amarra para o jovem que, para ser aceito pelo grupo se embrenha em cipoais de difícil saída. 
A sensualidade mostrada em larga escala como o "supra sumo" cria clichês de protótipos perfeitos e fisicamente bem esculpidos, infelicitando aqueles que não atendem a tais pré-requisitos. 
O culto exagerado ao dinheiro, ao ter, ao status, em detrimento do ser, do desenvolvimento das potencialidades intrínsecas do ser, gera amarras que paralisam muito criaturas. 
Umas porque se tornam escravas do que não possuem e gostariam de possuir, outras subjugadas pelos bens que amealharam e querem reter a qualquer custo. 
As amarras são tantas e tão sutis que geram uma paralisia generalizada, submetendo uma gama enorme de gigantes que desconhecem suas potencialidades e seu objetivo na face da terra. 
Ao invés de buscar as estrelas, herança natural dos filhos de Deus, se voltam para o ilusório, para o fútil, para os falsos valores. 
Criados para a eternidade, esses gigantes se conformam com as aparências, com o transitório, com a roupa que irão vestir, com o que os outros pensam a seu respeito. 
Filhos da luz, se deixam tombar nas trevas da ignorância, da desdita, do desespero. 
Vale a pena meditar sobre isso e buscar identificar essas tantas cordas invisíveis que nos impedem de alçar vôo. 
O vôo rumo à liberdade definitiva, rumo às paragens sublimes que aguardam esses gigantes em marcha para a perfeição.

Deslizamento deixa 3 mortos e 57 desaparecidos na China


Pelo menos três pessoas morreram e outras 57 desapareceram por causa de um deslizamento de terra na província de Yunnan, sul da China, informou nesta quinta-feira a agência oficial de notícias Xinhua.
O acidente aconteceu em uma localidade do distrito de Longyang, na cidade de Baoshan, onde vivem 82 pessoas de 20 famílias.
Além destes três mortos e 57 desaparecidos, as equipes de socorro conseguiram resgatar a tempo 11 pessoas que estavam no local no momento do acidente.
Os outros 11 habitantes restantes estavam trabalhando fora do povoado quando aconteceu o deslizamento.

Inauguração da fiflial do Armazém Ulisses em Equador

Alunos doam alimentos para a Maternidade e o Abrigo de Parelhas - RN



Parabéns a todos que se esforçaram neste evento e conseguiram aproximadamente uma tonelada de alimentos, essa iniciativa é um exemplo claro de que carinho e amor pelo próximo, só nos traz benefícios.

1 de set. de 2010

Desmatamento caiu quase à metade na Amazônia

Dados preliminares divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam uma forte tendência de queda no desmatamento da Amazônia este ano. A área devastada detectada pelo sistema Deter (de baixa resolução) entre agosto de 2009 e julho de 2010 foi 47,5% menor que no mesmo período anterior: 2.296 km², versus 4.375 km² no calendário 2008-2009.
É o menor índice acumulado desde que o sistema começou a funcionar, em 2004. Ainda assim, uma área equivalente a uma vez e meia a da cidade de São Paulo foi devastada.
O Estado que mais desmatou nesses 12 meses foi o Pará, com cerca de 1 mil km², seguido de Mato Grosso, com 700 km².
Entre os municípios, o que mais desmatou no período foi Apuí, no Amazonas, que poderá entrar para a 'lista negra' de localidades que sofrem restrições de crédito do governo por causa das atividades ilegais.
O Amazonas foi o único Estado que registrou aumento do abate de árvores em relação ao ano anterior. 'Ainda vamos verificar quais são as causas', disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Segundo o Imazon, ONG que também monitora o desmatamento, usando técnicas diferentes das do Inpe, a redução da área desmatada no período (2009-2010) foi de 16% em relação ao ano anterior.
 

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